
Meu nome é Ari Vieira, sou especializado em educação para pessoas com deficiência pela PUCSP. Quero ajudar os docentes a debater o tema inclusão das pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida nas escolas. O blog será também uma importante ferramenta de consulta para quem for implantar a temática da inclusão na mobilidade urbana.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
o novo e o velho
Estagiárias que trabalharam comigo em 2006/2007
É difícil comentar sobre a CET sem levar em consideração a contradição entre o novo e o velho. O CETET em particular, sempre teve resistência a produtos novos. Parece que a maioria quer que o tempo pare e não haja renovação.
A questão da mobilidade urbana ainda deve ser colocada na pauta da educação. Basta conversar com alguns educadores e observar que o tema nem é considerado no contexto geral.
A educação não pode ignorar o que se passa no mundo. Todos os assuntos estão relacionados na educação; se o motociclista atualmente se envolve em acidentes com maior gravidade, a educação tem que estudar e pesquisar as causas, propor soluções, não basta apenas ter uma pista de treinamento, ou seja, não é possível apenas pontuar a ação, é necessário uma ação contínua, preparar desde criança o pedestre, o condutor e o motociclista de amanhã.
É preciso estudar mobilidade dentro do contexto da cidadania, da sustentabilidade.
A questão da mobilidade urbana ainda deve ser colocada na pauta da educação. Basta conversar com alguns educadores e observar que o tema nem é considerado no contexto geral.
A educação não pode ignorar o que se passa no mundo. Todos os assuntos estão relacionados na educação; se o motociclista atualmente se envolve em acidentes com maior gravidade, a educação tem que estudar e pesquisar as causas, propor soluções, não basta apenas ter uma pista de treinamento, ou seja, não é possível apenas pontuar a ação, é necessário uma ação contínua, preparar desde criança o pedestre, o condutor e o motociclista de amanhã.
É preciso estudar mobilidade dentro do contexto da cidadania, da sustentabilidade.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Mobilidade e acessibilidade urbana
Em 2006 fiz um curso no Ministério das Cidades, sobre o tema acima. O curso foi conduzido pela Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana – SeMob - e foi maravilhoso e proveitoso. Tão logo conclui o curso levei o tema para o CETET.
O tema mobilidade urbana era incipiente no CETET, não se debatia e a biblioteca não dispunha de acervos sobre o assunto. Montei uma palestra para as empresas e outra voltada para as escolas. Colocava o substantivo “cidade” como algo que devia ser preservado por nós.
Conversei com o gerente da ocasião que deveria ser promovida uma aproximação do CETET com a SeMob e que o tema da mobilidade sustentável deveria nortear os nossos trabalhos de educação, mas infelizmente não houve essa consciência.
Houve um atendimento que fiz com a Deisy na Lapa para cuidadores e acompanhantes de pessoas com deficiência que foi um sucesso. Em apenas 3 dias palestras atendemos mais de 1200 pessoas.
Não considero a temática mobilidade e acessibilidade urbana como uma ação pontual. Ela veio para ficar. Devemos primeiro pensar na mobilidade das pessoas e depois planejar o deslocamento dos veículos. O principal personagem das cidades é a pessoa e a educação deve focar isso de forma mais contundente.
O material que foi utilizado no curso foi doado por mim para a Biblioteca do CETET e encontra-se a disposição.
O tema mobilidade urbana era incipiente no CETET, não se debatia e a biblioteca não dispunha de acervos sobre o assunto. Montei uma palestra para as empresas e outra voltada para as escolas. Colocava o substantivo “cidade” como algo que devia ser preservado por nós.
Conversei com o gerente da ocasião que deveria ser promovida uma aproximação do CETET com a SeMob e que o tema da mobilidade sustentável deveria nortear os nossos trabalhos de educação, mas infelizmente não houve essa consciência.
Houve um atendimento que fiz com a Deisy na Lapa para cuidadores e acompanhantes de pessoas com deficiência que foi um sucesso. Em apenas 3 dias palestras atendemos mais de 1200 pessoas.
Não considero a temática mobilidade e acessibilidade urbana como uma ação pontual. Ela veio para ficar. Devemos primeiro pensar na mobilidade das pessoas e depois planejar o deslocamento dos veículos. O principal personagem das cidades é a pessoa e a educação deve focar isso de forma mais contundente.
O material que foi utilizado no curso foi doado por mim para a Biblioteca do CETET e encontra-se a disposição.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A kombi que foi adaptada e depois...deixou de ser

Vejam nas fotos acima o veículo adaptado e que foi colocado a disposição para que todos vissem, ou seja, esse veículo de fato existiu.
Pouco depois do evento, a pessoa que conseguiu a doação - acho melhor ocultar o nome por enquanto -, determinou que o equipamento fosse removido da Kombi e que seria devolvido ao doador. É possível acreditar numa situação dessa? Como alguém doa alguma coisa e depois solicita o objeto de volta?
Essa situação estapafúrdia jamais ficou totalmente esclarecida. Afinal, nunca é demais lembrar que um objeto entrou na CET, foi incorporado a um patrimônio da empresa e posteriormente foi retirado assim, sem autorização nenhuma...
O autor intelectual da situação trabalha no CETET, razão pela qual é melhor manter o nome e o rosto no anonimato, mas sejamos francos: foi ridícula a encenação toda.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Momentos EVT Caio Graco
sábado, 9 de janeiro de 2010
Motofaixa - polêmica exibida na Folha de São Paulo
Matéria publicada dia 08 de janeiro de 2010 no caderno "Cotidiano" da Folha:
Motofaixa vai trazer mais custo do que benefício, diz técnico
Para Alexandre Zum Winkel, o corredor na Vergueiro, que deverá ser implantado até março, terá pouca utilidade
De acordo com ele, os ônus vão de gastos a estímulo ao transporte individual, e a medida não vai atrair motociclistas da 23 de Maio
ALENCAR IZIDORODA REPORTAGEM LOCAL
FOLHA - A moto merece prioridade no transporte viário, mesmo tirando espaço dos demais veículos?
FOLHA - O lugar escolhido, no corredor Vergueiro, não é muito útil?
FOLHA - Os motoqueiros vão sair da 23 de Maio espontaneamente para usar a motofaixa da Vergueiro?
FOLHA - Criar uma motofaixa não é um estímulo ao uso das motos?
Em dois anos e meio, 83% dos acidentes com vítimas na avenida envolveram motocicletas
O secretário dos Transportes e presidente da CET, Alexandre de Moraes, se nega a revelar os dados de acidentes e mortes para a comparação do período anterior e posterior à implantação da motofaixa da av. Sumaré, em setembro de 2006.
Motofaixa vai trazer mais custo do que benefício, diz técnico
Para Alexandre Zum Winkel, o corredor na Vergueiro, que deverá ser implantado até março, terá pouca utilidade
De acordo com ele, os ônus vão de gastos a estímulo ao transporte individual, e a medida não vai atrair motociclistas da 23 de Maio
ALENCAR IZIDORODA REPORTAGEM LOCAL
A motofaixa que a gestão Gilberto Kassab (DEM) pretende implantar até março deste ano no corredor da Vergueiro terá pouca utilidade e poderá trazer mais ônus à cidade de São Paulo -tanto pelos gastos como pelo estímulo ao transporte individual- do que vantagens."É mais um custo para a cidade manter do que um benefício", avalia Alexandre Zum Winkel, 44, consultor em trânsito que trabalhou mais de 20 anos na CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).A prefeitura começará no dia 15 as obras da faixa exclusiva entre a praça João Mendes (centro) e a Vila Mariana (zona sul), com 7 km de extensão (3,5 km em cada sentido).Para Winkel, ela não irá atrair espontaneamente os motociclistas da 23 de Maio, terá baixa adesão e pouca utilidade -porque a rota das avenidas Noé de Azevedo, Vergueiro e Liberdade não tem tráfego intenso de motos nem é um dos pontos críticos em acidentes.Embora avalie que as motofaixas estimulem a disseminação desses veículos e que isso contraria as políticas de transporte coletivo e de melhoria da segurança viária, ele considera justificável a implantação delas nos corredores com grande fluxo de motos devido à possibilidade de reduzir as mortes.Leia, a seguir, trechos da entrevista:
FOLHA - Criar uma motofaixa no corredor da Vergueiro é bom?
FOLHA - Criar uma motofaixa no corredor da Vergueiro é bom?
ALEXANDRE ZUM WINKEL - Estão fazendo sempre motofaixas em avenidas que não têm [grande fluxo de motos]. É como a Sumaré. Você já viu motoboy na Sumaré? Lá vai ter só um pouco mais. E você não obriga os motoqueiros a andar nela, eles podem andar fora da faixa. Mas algumas avenidas, como a 23 de Maio, têm índices de acidentes tão altos que isso se justificaria.
FOLHA - A moto merece prioridade no transporte viário, mesmo tirando espaço dos demais veículos?
WINKEL - A moto causa muitos acidentes na cidade e transtornos imensos todos os dias. A regulamentação da lei permitiu que ela andasse nos corredores entre os veículos. O problema já existe, e os escritórios, por exemplo, não viveriam mais sem os motoboys. Então há uma dificuldade de como trabalhar com isso. Onde tem capacidade viária poderia ser interessante colocar a faixa, mas onde ela tem importância.
FOLHA - O lugar escolhido, no corredor Vergueiro, não é muito útil?
WINKEL - É pouco útil. Tudo que você coloca e que não é respeitado perde a função. É como colocar um semáforo num cruzamento onde ninguém respeita e todos passam no vermelho.
FOLHA - Os motoqueiros vão sair da 23 de Maio espontaneamente para usar a motofaixa da Vergueiro?
WINKEL - Não. Ela vai ter uma utilização um pouco maior do que tem hoje na Sumaré, onde é praticamente zero. Mas não é a solução do problema. É mais um custo para a cidade manter do que um benefício. A solução são os corredores onde há maior número de acidentes.
FOLHA - Criar uma motofaixa não é um estímulo ao uso das motos?
WINKEL - É um incentivo para comprar mais motos. E isso é contraditório com os planos de melhoria do transporte público. Em grandes avenidas, pode se justificar pelo número de mortes, pela segurança.
FOLHA - Não haveria esse estímulo mesmo se a faixa fosse nas principais avenidas com fluxo de motos?
WINKEL - Mas, se fosse criada uma faixa com a possibilidade de ultrapassagem e as motos não pudessem andar nas demais, poderia haveria utilidade. E a quantidade de mortes justificaria qualquer medida.
Matérias publicadas dia 09 de janeiro de 2010 no caderno "Cotidiano" da Folha:
Apesar da motofaixa, índice de acidentes é alto na Sumaré
Em dois anos e meio, 83% dos acidentes com vítimas na avenida envolveram motocicletas
Ainda assim, gestão Kassab vai implantar uma nova motofaixa do centro à Vila Mariana com a justificativa de melhorar a segurança
ALENCAR IZIDORODA REPORTAGEM LOCAL
Mesmo depois da implantação de uma faixa exclusiva para as motocicletas, 83% dos acidentes com vítimas no corredor da av. Sumaré (zona oeste) envolveram esses veículos.
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), que vai implantar uma nova motofaixa do centro à Vila Mariana com a justificativa de melhorar a segurança, 123 dos 148 acidentes registrados na via durante dois anos e meio (de 2007 ao primeiro semestre de 2009) envolveram as motos -há pelo menos um a cada semana.
Essa proporção é muito superior à média da capital paulista, onde as motocicletas representam 12% da frota e um terço das mortes no trânsito.
O presidente da CET e Secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, se recusa a informar os acidentes e mortes no corredor Sumaré antes da implantação da motofaixa, em setembro de 2006, para que seja possível a comparação do número de ocorrências na fase anterior e posterior à medida.
Mas técnicos da CET já declararam que não houve redução de acidentes no corredor.Relatórios apresentados pela gestão Gilberto Kassab (DEM) ao Contran (Conselho Nacional de Trânsito) mostram que, em maio de 2006, antes da motofaixa, houve dois acidentes com motos na Sumaré; no mesmo mês de 2007, um, e no de 2008, seis.
A CET já chegou a divulgar, há quatro anos, que só 17% dos acidentes na Sumaré envolviam motos (8 de 46) -mas não diz se os critérios para computá-los são iguais.
Outro resultado da implantação da motofaixa da Sumaré no corredor das avenidas Noé de Azevedo, Vergueiro e Liberdade (onde ela deve ficar pronta até março) é a diminuição da velocidade dos demais veículos.
Na Sumaré, conforme relatório enviado pela CET ao Contran, houve redução de 21% na velocidade média dos carros, principalmente devido ao estreitamento das demais faixas de tráfego para que a via pudesse receber a motofaixa.
Além disso, a velocidade máxima caiu de 70 km/h para 60 km/h.Há um ano e meio, uma técnica do alto escalão da CET disse à Folha que, embora os acidentes na Sumaré não tivessem caído, houve uma mudança no perfil das ocorrências.
Em 1/3 dos casos, as motos passaram a ser atingidas por outros veículos que invadem a faixa exclusiva para realizar conversões à esquerda (que são proibidas pela sinalização).
A autorização experimental dada à CET pelo Contran para implantar essa medida venceu em setembro de 2008. Desde então, eventuais multas aplicadas aos veículos que invadem a faixa exclusiva das motos na Sumaré não têm validade, segundo o órgão federal.
A CET não se manifesta nem diz se tem aplicado essas multas.
Secretário de Kassab se recusa a divulgar dados
DA REPORTAGEM LOCAL
O secretário dos Transportes e presidente da CET, Alexandre de Moraes, se nega a revelar os dados de acidentes e mortes para a comparação do período anterior e posterior à implantação da motofaixa da av. Sumaré, em setembro de 2006.
Os pedidos, feitos pela Folha nos últimos dois anos, foram reforçados nesta semana tanto à pasta (que é assessorada pela Giusti Comunicação) como à assessoria direta do prefeito Gilberto Kassab (DEM).Na resposta enviada por Andréa Wolffenbüttel, coordenadora de comunicação da secretaria, só foram informadas as estatísticas de acidentes depois de 2007 (nem as de mortes nem as de 2006 e 2005).
A resposta da pasta diz que os dados "somente podem ser comparados" a partir da implantação da motofaixa devido às alterações no sistema viário", que conformaram "um novo quadro de trânsito".Essas alterações, afirma, envolvem a alta do fluxo de motos nos picos, de 300 motos/hora para 480 motos/hora, a segregação automóveis/motos com a nova motofaixa e a instalação de semáforos, por exemplo.
A nota diz que houve "primeiramente uma estabilidade" do número de acidentes "com uma posterior e significativa tendência de queda". O texto diz que os acidentes com motos saltaram de 47 (em 2007) para 54 (em 2008) -e no primeiro semestre de 2009 somaram 22. A quantidade total permaneceu estável em 61 nos dois primeiros anos e foi de 26 nos primeiros seis meses de 2009.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O evento
Mara Gabrilli e nós
Flávia comigo
os convidados assistem peça de teatro

Dia 8 de agosto de 2006 aconteceu o evento de lançamento da Política de Inclusão dos empregados com deficiência na CET. É engraçado como algumas coisas que antecederam o evento aconteceram de forma rápida. A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, Mara Gabrilli, confirmou sua presença no evento. Como ela usa cadeira de rodas e é uma personalidade, o DSA que faz reformas e consertos na CET se empenhou ao máximo para adequar o prédio e o entorno do CETET para melhor recebê-la. Algumas pequenas adequações que ora eu, ou a Flávia havíamos solicitados há anos nem sequer foram iniciadas. Mas, para a nobre Mara até reformas no telhado do EVT-2 foram realizadas, acreditamos que se ela, que hoje é vereadora de São Paulo, visitasse o CETET uma vez por mês o prédio receberia o selo de acessibilidade da Prefeitura. De qualquer forma, como ela é nossa amiga da ONG, foi importante a presença dela prestigiando o lançamento.
Do Ministério das Cidades, veio o secretário-adjunto da Secretaria de Mobilidade Urbana, Renato Boareto, apresentar o Programa Brasil-Acessível.
O presidente da CET na ocasião, Roberto Salvador Scaringella, não compareceu frustrando a mim e a Flávia, em especial. Embora tivesse gravado uma mensagem, a presença dele seria fundamental para incentivar gerentes, diretores, superintendentes e supervisores a apoiarem a política de inclusão. Aliás, a imensa maioria dessas pessoas também não esteve presente no evento.
O ano de 2006 era especial para nós que temos deficiência, porque a ONU estava na iminência de lançar a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e aqui no Brasil nossa contribuição estava concluída.
Depois que a Flávia retornou de Nova York, um mês após o evento, a gerente de RH reuniu a comissão para avaliar todo o processo e como não houve praticamente nenhum avanço e como não haveria incentivo para inclusão, eu e Flávia decidimos sair da comissão, que pouco depois foi extinta pelo esvaziamento que provocamos.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Comissão de acessibilidade

Este aí é o Dennis, estagiário de TO que fazia parte da comissão
Logo que fui me readaptando no trabalho, outras oportunidades foram surgindo. A Gerência de Recursos Humanos havia constituído uma comissão de acessibilidade que tinha como objetivos principais diagnosticar a situação da empresa no que tange a acessibilidade e conscientizar os gestores da importância de se respeitar a diversidade humana e não criar novos obstáculos. Evidente que minha amiga Flávia já fazia parte da comissão e já me alertava que aquilo era um engodo e de fato constatei na prática.
Acontece que a questão da inclusão estava na agenda das autoridades; dificultar a inclusão não era politicamente correto e a CET não podia ficar de fora do discurso. Mas a comissão era uma fraude, afinal, RH, que é responsável pelos procedimentos internos dos empregados não aplicava a política de acessibilidade, se nada acontecia em GRH, que dirá em outras gerências?
Ficou decidido que um evento aconteceria para apresentar a política de inclusão da CET para seus diretores, gerentes e supervisores.
Acontece que a questão da inclusão estava na agenda das autoridades; dificultar a inclusão não era politicamente correto e a CET não podia ficar de fora do discurso. Mas a comissão era uma fraude, afinal, RH, que é responsável pelos procedimentos internos dos empregados não aplicava a política de acessibilidade, se nada acontecia em GRH, que dirá em outras gerências?
Ficou decidido que um evento aconteceria para apresentar a política de inclusão da CET para seus diretores, gerentes e supervisores.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Deisy Paula, amiga
O DET-2 é um departamento que me trouxe surpresas no que tange as amizades e amigos conquistados.
As fotos acima mostram minha nova amiga Deisy comigo. Ela é cunhada de uma outra amiga do coração que também trabalhou comigo na CET, Sônia Carbone. A Deisy logo de início foi me ajudando na adaptação do trabalho e me auxiliando em algumas tarefas. Se interessou pelo tema da inclusão e foi estudando o assunto comigo.
Fizemos diversos trabalhos juntos... espero que um dia amiga você volte a ser a pessoa que era.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Iniciar um novo trabalho exigia de mim uma nova forma de reaprender a lidar comigo mesmo. No começo senti um pouco de medo, no entanto, sempre enfrentei desafios na vida e não seria naquele momento que iria capitular.
Receber apoios dos amigos é fundamental nesse processo. As meninas aí da foto foram estagiárias no departamento e fizemos uma enorme amizade.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Preparando o retorno
Depois de um longo período de licença, estava novamente me preparando para retornar à CET. Confesso aos meus leitores que essa volta não seria como as anteriores. Estava fragilizado com a progressão da amiotrofia, praticamente não conduzia mais a cadeira de rodas sozinho, no entanto, precisava verificar através do meu retorno se permanecer trabalhando seria possível ou não.
Não sei se foi a melhor alternativa, talvez se já tivesse aposentado fosse o caminho mais correto, mas a nossa vida é repleta de decisões e nem sempre tomamos a mais correta.
De qualquer forma, a minha querida Rose mais uma vez preparava o meu retorno, voltaria para o CETET, que estava diferente.
Não sei se foi a melhor alternativa, talvez se já tivesse aposentado fosse o caminho mais correto, mas a nossa vida é repleta de decisões e nem sempre tomamos a mais correta.
De qualquer forma, a minha querida Rose mais uma vez preparava o meu retorno, voltaria para o CETET, que estava diferente.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Alguns momentos
Esse cachorro da foto, Negão, nasceu e viveu 5 anos no CETET. Após uma série de discussões ele teve que ser removido e hoje vive tranquilamente na casa da Josi. Minha esposa Solange faz um carinho nele.
Meu colega de trabalho Raul, estávamos assistindo uma palestra, em 2003.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
2010 - feliz ano para nós

Vejam meus netinhos, Allysia e Ryan, eles não moram perto de mim, mas a intensidade do nosso amor por eles é tão forte, que ultrapassa o oceano e nos faz senti-los bem perto de nós. O ano de 2009 chega ao fim, e nele ficam as lembranças dos fatos marcantes, porque assim é nossa vida... cada dia que passa, uma lembrança se adiciona em nossa trajetória. Feliz 2010 para todos nós e que os desafios sejam enfrentados com coragem e perseverança.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Esperança
Semana passada uma amiga de Rio de Claro me ligou a noite perguntando se eu conhecia uma poesia de nome esperança do Mário Quintana. Ela sabe que sou fã incondicional do Mário, inclusive já me presenteou com um livro dele. Essa amiga assistia a novela da Globo “Viver a vida”, onde uma atriz (Aline Moraes) interpreta uma garota que sofre um acidente e fica tetraplégica. Na cena, a avó declama a tal poesia. Confesso que não gosto dessa novela, embora lá na minha ONG acompanhamos de perto essa parte, já que uma amiga nossa de Santos faz a assessoria para a atriz representar uma tetraplégica como ela. Falei que ia postar no blog, já que a poesia é bela como tudo que o Mário fez, e se coloca num momento apropriado, virada de ano, onde uma magia de aproximação entre as pessoas se renova, mantendo aquela química tão especial nessa época do ano. Leiam gente, vale a pena e feliz ano novo para todos nós.Esperança
Mário Quintana
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
2009 – o retorno da saída
O ano que ora se encerrará em breve trouxe-me alguns detalhes marcantes:
O retorno para a CET não foi tão bom como eu esperava. Nada sobre as pessoas, que me apoiaram e me incentivaram, mas percebi que o meu vínculo com a empresa já estava terminado. Voltei talvez por teimosia pessoal, tentando demonstrar confiança e força de vontade para mim mesmo. No entanto, nos poucos meses que estou o cansaço e o esforço são bem maiores que havia planejado.
Conhecer o Branco, o atual gerente, foi uma boa surpresa. Ele demonstrou interesse na temática da inclusão e até me incumbiu junto com o Milton, de elaborar um Programa voltado para as atividades internas objetivando atender pessoas com deficiência. Para que isso se torne uma realidade, ele vai ter que enfrentar resistências internas e ter coragem de assumir o tema. Mesmo de longe vou acompanhar.
Em 2009 me marcou como sendo o ano em que dei minha última aula na CET. Aliás, nos dois dias que sucederam a aula passei muito mal, o que reforça a ideia de ter sido mesmo minha derradeira aula.
Vou entrando numa nova fase da vida e a CET aos poucos vai ficando no cantinho da saudade... gosto dela, mas a separação é iminente.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Susana, parabéns
Amiga Susana
Vamos aproveitar o momento e fazer uma pausa para reflexão.
Pensem comigo: quantas pessoas temos no nosso circulo de amizade que podemos afirmar com todas as garantia que elas são nossas amigas? Pois bem! Agora, apenas dentro desse seleto grupo, separe a pessoa que tem mais afinidade com você. Quando fazemos isso encontramos a verdadeira essência da vida que é o amor. E o amor é o sentimento que une as pessoas.
Conheci Susana, que atualmente é minha chefe, em 1987. Já se passaram longos 22 anos. A história dela e sua trajetória na CET confundem-se com a minha. Ela viu meus filhos crescerem, os pegou no colo, fez carinho, me ajudou em momentos delicados e sempre manteve um sorriso no rosto. Eu a vi se formar, se casar e se tornar a pessoa que ela é hoje.
Temos muita coisa em comum, mas o que mais nos aproxima é cuidar dos animais abandonados.
Em 2006 fiz uma poesia totalmente dedicada a ela:
Susana
Importa quem somos?
Importa quem és...
Encanto da minha vida
Encanta a todos
Guerreira da esperança
Amiga do coração
És amada
Querida
Em cada latido
A voz da esperança
Tu salva a vida
Minimiza a dor
És a glória da minha alma
És a força da mudança
És a vontade do amanhã
És a infinita bondade
Teu rosto é a vontade
Tua garra, a união
Teu choro, o desespero?
Teu sorriso, a esperança!
Teu sorriso me fascina
Teu sorriso me encanta
Tua ternura me alegra
Teu sorriso me faz sorrir!
Amiga amada
Amada para sempre
Para sempre será amada
Amando a solidão
Tu és a força
O latido da paz
A imensidão do destino
A fé da razão
Hoje é aniversário da minha amiga, e, portanto, hoje minha postagem é dedicada a ela.
Parabéns amiga, parabéns meu amor e não mude nunca, precisamos sempre cuidar dos nossos animalzinhos.
Vejam os vídeos que fiz para ela no links
http://www.youtube.com/watch?v=LG8xwGbAyJ0
Vamos aproveitar o momento e fazer uma pausa para reflexão.
Pensem comigo: quantas pessoas temos no nosso circulo de amizade que podemos afirmar com todas as garantia que elas são nossas amigas? Pois bem! Agora, apenas dentro desse seleto grupo, separe a pessoa que tem mais afinidade com você. Quando fazemos isso encontramos a verdadeira essência da vida que é o amor. E o amor é o sentimento que une as pessoas.
Conheci Susana, que atualmente é minha chefe, em 1987. Já se passaram longos 22 anos. A história dela e sua trajetória na CET confundem-se com a minha. Ela viu meus filhos crescerem, os pegou no colo, fez carinho, me ajudou em momentos delicados e sempre manteve um sorriso no rosto. Eu a vi se formar, se casar e se tornar a pessoa que ela é hoje.
Temos muita coisa em comum, mas o que mais nos aproxima é cuidar dos animais abandonados.
Em 2006 fiz uma poesia totalmente dedicada a ela:
Susana
Importa quem somos?
Importa quem és...
Encanto da minha vida
Encanta a todos
Guerreira da esperança
Amiga do coração
És amada
Querida
Em cada latido
A voz da esperança
Tu salva a vida
Minimiza a dor
És a glória da minha alma
És a força da mudança
És a vontade do amanhã
És a infinita bondade
Teu rosto é a vontade
Tua garra, a união
Teu choro, o desespero?
Teu sorriso, a esperança!
Teu sorriso me fascina
Teu sorriso me encanta
Tua ternura me alegra
Teu sorriso me faz sorrir!
Amiga amada
Amada para sempre
Para sempre será amada
Amando a solidão
Tu és a força
O latido da paz
A imensidão do destino
A fé da razão
Hoje é aniversário da minha amiga, e, portanto, hoje minha postagem é dedicada a ela.
Parabéns amiga, parabéns meu amor e não mude nunca, precisamos sempre cuidar dos nossos animalzinhos.
Vejam os vídeos que fiz para ela no links
http://www.youtube.com/watch?v=LG8xwGbAyJ0
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Feliz Natal
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Semana de Talentos - Poesia "Solange"
Até recentemente a CET fazia a Semana de Talentos, onde os empregados apresentavam seus talentos na arte, literatura, poesia, contos e outros. Em 2004 fiz a poesia homenageando minha esposa Solange e a coloco abaixo para que todos possam conhecê-la:
Solange
Amada delirante
contida no desejo
sublime na pessoa
sorriso de menina
Encanto de mulher
infinita no olhar
meiga no carinho
delírios na visão
Estrela da sedução
firme na armação
fruta da animação
maçã da emoção
Bela no carinho
imensa no pensamento
enorme no prazer
coragem no fazer
Olhos de menina
sensível na percepção
incerteza do ouvir
encanta na voz
Mãe para sempre
filhos que a tormenta
paciência na esperança
serenidade na ação
Mulher da minha vida
menina do meu coração
amada do meu amor
alma da minha solidão!
Amada delirante
contida no desejo
sublime na pessoa
sorriso de menina
Encanto de mulher
infinita no olhar
meiga no carinho
delírios na visão
Estrela da sedução
firme na armação
fruta da animação
maçã da emoção
Bela no carinho
imensa no pensamento
enorme no prazer
coragem no fazer
Olhos de menina
sensível na percepção
incerteza do ouvir
encanta na voz
Mãe para sempre
filhos que a tormenta
paciência na esperança
serenidade na ação
Mulher da minha vida
menina do meu coração
amada do meu amor
alma da minha solidão!
Esta foi minha primeira poesia publicada.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Aos amigos e inimigos
Alguns momentos... aí já é no EVT
Ao longo de uma trajetória de convivência numa empresa, vamos construindo amigos em sua maioria e inimigos em minoria. Fiquei afastado durante o ano inteiro de 2005, e durante essa licença fui refletindo e evoluindo no lado espiritual.
Em minhas reflexões pude lembrar algumas ações que fiz na CET e que jamais ousaria repeti-las depois de evoluído. Mas foram acontecimentos que fizeram parte do meu ser.
Em minhas reflexões pude lembrar algumas ações que fiz na CET e que jamais ousaria repeti-las depois de evoluído. Mas foram acontecimentos que fizeram parte do meu ser.
Por exemplo, durante duas décadas escondi da CET a dificuldade que era entrar num banheiro sem nenhuma adaptação, como era complicado fazer o trivial; geralmente demorava quase meia hora para fazer um simples xixi. E para compensar, fui me adaptando a utilizar o banheiro no horário do almoço. O mobiliário de difícil acesso, usar telefone, enfim, permanecer no ambiente de trabalho era uma tarefa insana.
A CET na verdade nunca tratou seus empregados com deficiência, com a mesma deferência que trata um empregado sem deficiência. O que salva essa imagem negativa da empresa, são os apoios recebidos do setor social, da Rose, Maria (infelizmente saiu da empresa) e de outras pessoas dessa área, e dos amigos. Hoje não tolero mais ser colocado a margem da situação, falo, grito, xingo se percebo que meu direito está sendo subtraído. Meus inimigos são aqueles que recebem o meu desprezo.
A CET na verdade nunca tratou seus empregados com deficiência, com a mesma deferência que trata um empregado sem deficiência. O que salva essa imagem negativa da empresa, são os apoios recebidos do setor social, da Rose, Maria (infelizmente saiu da empresa) e de outras pessoas dessa área, e dos amigos. Hoje não tolero mais ser colocado a margem da situação, falo, grito, xingo se percebo que meu direito está sendo subtraído. Meus inimigos são aqueles que recebem o meu desprezo.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Táxi amigão, o embuste da educação
Com o objetivo de reduzir mortes no trânsito por embriaguez ao volante, começou a circular na cidade de São Paulo desde o dia 4/12/09 o “táxi amigão”, a iniciativa da prefeitura com desconto de 30% na bandeirada nas viagens noturnas até 6 horas, às sexta-feira, sábados e vésperas de feriado. Até aí acho tudo normal.
No entanto, vivemos a gestão da enganação sob a batuta do prefeito Gilberto Kassab. Para incentivar o uso do táxi citado, a CET foi convocada e o CETET em particular, a participarem da campanha. Alguns educadores mal informados visitam alguns bares da cidade e em outras palavras incentivam o uso da bebida alcoólica, desde que o usuário ou usuária não dirija seu próprio veículo e utilize o “táxi amigão”. Não creio que esse seja o papel da educação, ao contrário da proposta, os educadores poderiam visitar os bares motivando os freqüentadores a não ingerirem bebidas alcoólicas antes de dirigirem, para isso nós somos preparados. E o pior é que algumas educadoras dão uma importância para essa campanha, como se ela fosse a mais importante da empresa.
Tenho orgulho de ter participado das campanhas a favor do cinto de segurança, inclusive no banco traseiro, de ter participado da campanha contra o uso do aparelho celular, da divulgação do CTB, da redução de velocidade, de crianças que devem ser transportadas no banco traseiro e outras que com certeza encheram de orgulho os educadores que participaram.
Conheço muitos taxistas que me disseram que em alguns lugares eles já tinham acordo com o estabelecimento, para fazer esse tipo de transporte. E para piorar a situação alguns “baladeiros” declararam aos jornais que não conseguiram utilizar os táxis, ou seja, o educador do CETET e o agente da fiscalização incentivaram o baladeiro a beber, distribuíram biscoitos, mas como não há táxi disponível, esse fulano pega o carro dele e sai às ruas dirigindo, tudo com o beneplácito do Poder Público municipal. Acorda CETET!!
No entanto, vivemos a gestão da enganação sob a batuta do prefeito Gilberto Kassab. Para incentivar o uso do táxi citado, a CET foi convocada e o CETET em particular, a participarem da campanha. Alguns educadores mal informados visitam alguns bares da cidade e em outras palavras incentivam o uso da bebida alcoólica, desde que o usuário ou usuária não dirija seu próprio veículo e utilize o “táxi amigão”. Não creio que esse seja o papel da educação, ao contrário da proposta, os educadores poderiam visitar os bares motivando os freqüentadores a não ingerirem bebidas alcoólicas antes de dirigirem, para isso nós somos preparados. E o pior é que algumas educadoras dão uma importância para essa campanha, como se ela fosse a mais importante da empresa.
Tenho orgulho de ter participado das campanhas a favor do cinto de segurança, inclusive no banco traseiro, de ter participado da campanha contra o uso do aparelho celular, da divulgação do CTB, da redução de velocidade, de crianças que devem ser transportadas no banco traseiro e outras que com certeza encheram de orgulho os educadores que participaram.
Conheço muitos taxistas que me disseram que em alguns lugares eles já tinham acordo com o estabelecimento, para fazer esse tipo de transporte. E para piorar a situação alguns “baladeiros” declararam aos jornais que não conseguiram utilizar os táxis, ou seja, o educador do CETET e o agente da fiscalização incentivaram o baladeiro a beber, distribuíram biscoitos, mas como não há táxi disponível, esse fulano pega o carro dele e sai às ruas dirigindo, tudo com o beneplácito do Poder Público municipal. Acorda CETET!!
Fiz uma breve parada no tempo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Jornal da CET
Vejam acima uma matéria que saiu a meu respeito num jornal de circulação interna na CET, em dezembro de 2003. Como as letras ficaram pequenas, fiz uma arte , recortei e colei o texto abaixo, assim fica melhor para ler, caso alguém queira:

terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Fora de combate
O ano de 2005 foi um período para ser esquecido. Iniciei uma fase nova na reabilitação e surgiram outros focos de progressão da doença que me deixaram abatido.
De longe eu acompanhava a transição na CET e modelos antigos foram adotados na empresa com a volta do antigo Roberto Salvador Scaringella. O termo mobilidade urbana foi deixado de lado, voltamos a ouvir “circulação de veículos”, “fluidez” e outros termos arcaicos.
Mas, por outro lado, houve o lado positivo: a gestão decidiu preencher os cargos de supervisão com empregados de carreira e nesse sentido meus dois amigos do coração, Boléia e Susana foram promovidos.
De longe eu acompanhava atento a essas mudanças e procurava me dedicar ao processo de reabilitação para voltar o mais rápido possível.
De longe eu acompanhava a transição na CET e modelos antigos foram adotados na empresa com a volta do antigo Roberto Salvador Scaringella. O termo mobilidade urbana foi deixado de lado, voltamos a ouvir “circulação de veículos”, “fluidez” e outros termos arcaicos.
Mas, por outro lado, houve o lado positivo: a gestão decidiu preencher os cargos de supervisão com empregados de carreira e nesse sentido meus dois amigos do coração, Boléia e Susana foram promovidos.
De longe eu acompanhava atento a essas mudanças e procurava me dedicar ao processo de reabilitação para voltar o mais rápido possível.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
José Serra (PSDB) é o novo prefeito de São Paulo
O candidato José Serra (PSDB) é o novo prefeito eleito. Com 54,86% do total de votos válidos, ele é o vitorioso na disputa com a candidata Marta Suplicy (PT), que teve 45,14% dos votos.
Serra foi exilado aos 22 anos, por 14 anos, vivendo na Bolívia, Chile e depois Estados Unidos. Como presidente da União Estadual dos Estudantes em 1962 e União Nacional dos Estudantes em 1963, era 'persona non grata' no Brasil depois do golpe militar de 1964.
Ele já havia concorrido à prefeitura de São Paulo em duas outras oportunidades, em 1988 e 1996, não tendo ganhado em nenhuma. Em 2002 foi derrotado por Luis Inácio Lula da Silva na campanha presidencial. Serra foi eleito duas vezes como deputado (1986 e 1990) e uma como senador (1994), neste caso com 6,5 milhões de votos.
O tucano também foi ministro do Planejamento, de 1995 a 1996, e da Saúde, de 1998 a 2002, em ambos os casos convidado por Fernando Henrique Cardoso.
Serra nasceu em 19 de março de 1942, no bairro da Mooca, zona leste de São Paulo, filho único de Francesco Serra, imigrante italiano que tinha uma barraca de frutas no mercado municipal da Cantareira, e de Serafina Chirico.
O jornal francês Le Figaro publicou reportagem com o título "Em São Paulo, Marta Suplicy perdeu a batalha da mídia". No texto, o diário afirma que, apesar de os paulistanos terem uma imagem positiva da gestão de Marta, "seria quase um milagre se o PT vencesse a eleição municipal em São Paulo".
De acordo com o maior jornal francês em tiragem, ao "partir para a batalha" com seu opositor José Serra no setor de saúde, Marta colocou em segundo plano os pontos fortes de sua administração, as áreas de transporte e educação.
Segundo o jornal, a postura de confrontação rendeu à prefeita paulistana a imagem de que é "o protótipo da mulher arrogante".
Serra foi exilado aos 22 anos, por 14 anos, vivendo na Bolívia, Chile e depois Estados Unidos. Como presidente da União Estadual dos Estudantes em 1962 e União Nacional dos Estudantes em 1963, era 'persona non grata' no Brasil depois do golpe militar de 1964.
Ele já havia concorrido à prefeitura de São Paulo em duas outras oportunidades, em 1988 e 1996, não tendo ganhado em nenhuma. Em 2002 foi derrotado por Luis Inácio Lula da Silva na campanha presidencial. Serra foi eleito duas vezes como deputado (1986 e 1990) e uma como senador (1994), neste caso com 6,5 milhões de votos.
O tucano também foi ministro do Planejamento, de 1995 a 1996, e da Saúde, de 1998 a 2002, em ambos os casos convidado por Fernando Henrique Cardoso.
Serra nasceu em 19 de março de 1942, no bairro da Mooca, zona leste de São Paulo, filho único de Francesco Serra, imigrante italiano que tinha uma barraca de frutas no mercado municipal da Cantareira, e de Serafina Chirico.
O jornal francês Le Figaro publicou reportagem com o título "Em São Paulo, Marta Suplicy perdeu a batalha da mídia". No texto, o diário afirma que, apesar de os paulistanos terem uma imagem positiva da gestão de Marta, "seria quase um milagre se o PT vencesse a eleição municipal em São Paulo".
De acordo com o maior jornal francês em tiragem, ao "partir para a batalha" com seu opositor José Serra no setor de saúde, Marta colocou em segundo plano os pontos fortes de sua administração, as áreas de transporte e educação.
Segundo o jornal, a postura de confrontação rendeu à prefeita paulistana a imagem de que é "o protótipo da mulher arrogante".
O Figaro lembra os índices positivos da gestão da prefeita, afirmando que a derrota do PT em São Paulo "foi a mais amarga de todas. Porque os paulistanos reconhecem sem remorso que a administração de Marta Suplicy é sem dúvida a melhor dos últimos 20 anos".
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Algumas imagens do CETET-GAF
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Sala de aula
Ministrei diversos cursos na CET. Dei aula para cobradores de ônibus, motoristas de táxi, comum e especial, Direção Defensiva (foto acima), palestras sobre Segurança no Trânsito, CTB e sobre o Sistema de Transportes Público adotado em SP na gestão da Marta. Não consigo mensurar para quantas pessoas passei informações e orientações, mas garanto que foram milhares.
Participei de eventos, campanhas educativas, seminários e cursos externos. Eu sabia que aquela licença de 2004 seria o divisor de águas da minha participação como empregado da empresa. A volta seria complicada demais.
Sinto saudades de tudo que fiz na CET, embora as condições de trabalho sempre fossem desfavoráveis.
Participei de eventos, campanhas educativas, seminários e cursos externos. Eu sabia que aquela licença de 2004 seria o divisor de águas da minha participação como empregado da empresa. A volta seria complicada demais.
Sinto saudades de tudo que fiz na CET, embora as condições de trabalho sempre fossem desfavoráveis.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
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