Ally e Ryan

Ally e Ryan

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Praia acessível


O governador José Serra participou nesta segunda-feira, 15, na Praia Grande, Baixada Santista, do lançamento do Programa Praia Acessível. A iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência vai disponibilizar cadeiras de rodas anfíbias em cidades do litoral, garantindo o pleno acesso das pessoas com deficiência às praias paulistas. Também participaram do lançamento do Praia Acessível a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella, e o Coordenador de Acessibilidade da Secretaria, Marco Pellegrini."O Programa Praia Acessível visa facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao mar. A secretaria que cuida das pessoas com deficiência projetou uma cadeira especial para isso, que não afunda na areia, que flutua e que precisa, naturalmente, de uma acompanhante", disse José Serra. “O programa vai funcionar inicialmente na Ilha Bela, em Santos e na Praia Grande. E pouco a pouco, em todas as praias. No limite, vamos entregar mil cadeiras – cem até a semana que vem. Esse é um programa que começou em dezembro, quando tivemos a idéia. Ele é mais um aspecto da grande batalha que estamos fazendo em São Paulo para dar as pessoas com deficiência melhores condições de vida e cidadania”, completou o governador.Entre os dias 15 de fevereiro e 31 de março, a Secretaria disponibilizará cadeiras de rodas anfíbias nas cidades de Santos, Praia Grande e Ilha Bela. O serviço ficará disponível de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Em Santos, o posto de atendimento ficará no Canal 3; em Ilha Bela, na Praia do Perequê, próximo à Rua Armando da Silva Pinto, e em Praia Grande em frente à estátua do Netuno entre as Avenidas Vicente de Carvalho e Avenida Oceânica Amabile. Para utilizar as cadeiras de rodas, é necessário apresentar os documentos do usuário e acompanhante, além de preencher um Termo de Responsabilidade. O serviço fica disponível em função da boa condição do mar.Para atender a demanda, cada posto irá contar com uma equipe de três pessoas, as quais irão orientar e auxiliar a entrada e saída do mar com as cadeiras de roda anfíbias. O equipamento só pode ser utilizado com acompanhamento facilitador ou acompanhante, independentemente da condição física do usuário.
A cadeira possui rodas largas para evitar o afundamento na areia e dispõe de uma barra para auxiliar a movimentação na areia ou entrada e saída da água. Após diversos testes com o protótipo da cadeira, a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência pretende, em um primeiro momento, encomendar 100 equipamentos, que serão entregues aos municípios litorâneos. Os critérios para os municípios receberem a cadeira de rodas anfíbia ainda serão definidos pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O primeiro item é a praia oferecer condições mínimas de acessibilidade, rampas, piso tátil, vagas específicas, banheiros acessíveis e postos de salvamento.O país tem hoje 27 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Esse número representa 14,5% da população brasileira.

Vagas para pessoas com deficiência física

Estacionar veículos em vagas destinadas às pessoas com deficiência física é infelizmente uma prática comum pelas pessoas sem deficiência. Além de ser um desrespeito e falta de cidadania, a utilização assim indiscriminada atrapalha e muito para as pessoas que têm dificuldade de locomoção. Meu amigo Milton me enviou a figura acima e decidi disponibilizá-la no blog.

Programa de inclusão

O Programa de inclusão prevê as ações abaixo delineadas:

Capacitação de pessoal – os educadores serão capacitados, participarão de seminários, curso de LIBRAS e outras formas de comunicação, sempre focando a facilitação de interação com as pessoas com deficiência;

Eliminação de barreiras arquitetônicas – melhorar a acessibilidade para todos;

Sensibilização dos educadores – parte importante do processo, considerando que a sensibilização dos educadores e dos empregados com a temática é mister para o sucesso do programa;

Estímulo à inclusão – motivar os educadores a refletirem sobre o tema;

Revisão das atividades do CETET – tornar as atividades do CETET inclusivas através do processo de construção do conhecimento; e

Estímulo para o estudo da diversidade humana – estimular constantemente os educadores a perceberem que a diversidade humana é o elo de harmonia entre as pessoas.
Agora, é necessário que a gerência e superintendência estejam empenhadas para que essas ações sejam de fato implementadas, vamos aguardar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Programa de Educação para o Trânsito para Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida

A educadora Cássia (camisa laranja) numa atividade para pessoas com deficiência intelectual

O pedido do gerente para elaborar o Programa de Educação para o Trânsito para Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida pode ser observado sob dois pontos de análise:
- O programa vai modificar, transformar e impor uma nova forma de gerir educação de trânsito, ou seja, uma educação voltada para todos;
- o programa será apenas uma embuste de inclusão, e não será colocado em prática, será apenas citado.
Trabalhar com inclusão requer uma busca de novos valores das pessoas envolvidas. É olhar para as pessoas e notar que nelas há diferenças, algumas têm pele branca ou negra, olhos verdes e outras olhos castanhos, algumas têm deficiência e outras não. As diferenças presentes em nós são os elementos ricos da diversidade humana. Nossas diferenças foram criadas para nos aproximar e não para nos afastarmos um do outro. Portanto, quem pretende estimular inclusão deve-se renovar internamente e se abrir para o verdadeiro universo das diferenças humanas. Achar que as pessoas somente devem ouvir mensagens através do ouvido ou enxergar somente pelos olhos é um erro... podemos nos comunicar de várias formas e podemos ver o mundo usando outros sentidos da natureza humana. Os rinocerontes quase não enxergam e se guiam no seu habitat pelo cheiro, e nem por isso deixam de ter sua importância no mundo animal.
Vou elaborar o programa junto com o Milton, mas também vou sair no momento em que eu perceber falta de interesse e pouca ousadia por parte da gerência e supervisão.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Jornal Folha de São Paulo

TENDÊNCIAS/DEBATES

CTB e as 34 mil mortes em acidentes

MOACYR SERVILHA DUARTE

Mudar essa estatística negativa começa, portanto, com o aumento da fiscalização sobre os condutores e seus veículos

A MORTE de mais de 34 mil brasileiros por ano em acidentes de trânsito é um problema que o país precisa enfrentar de forma decidida e rápida -o contínuo aumento da frota tende a fazer crescer esse terrível número, se não forem tomadas providências para atacar as causas.
As estatísticas mostram que as principais causas desses acidentes, que também deixam milhares de feridos e trazem prejuízos à sociedade, são a imprudência dos motoristas e as más condições dos veículos, complementadas por falta de educação para o trânsito e problemas nas rodovias.
Mudar essa estatística negativa começa, portanto, com o aumento da fiscalização sobre os condutores e seus veículos, como mostrou a ação efetiva de polícias e agentes de trânsito com a chamada lei seca.
Nos dias em que houve forte controle policial, a queda de acidentes e mortes foi significativa, nas cidades e nas rodovias, chegando a reduções da ordem de 50%, de acordo com dados de hospitais e prontos-socorros. A ampla divulgação pela imprensa das apreensões e penalidades colaborou para a conscientização e consequente redução de danos. Mas bastou afrouxar a fiscalização para o numero de acidentes e mortes voltar a crescer.
A modernização do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), particularmente na definição de penalidades e fiscalização, pode ajudar muito nesse sentido. A Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados aprovou no final de 2009 o parecer da deputada Rita Camata (PMDB-ES) sobre o projeto de lei 2.872/08, de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que traz importantes modificações sobre infrações e penalidades, multas e sua destinação, uso de álcool por condutor e controle pelo bafômetro, entre outros aspectos.
Embora esse substitutivo possa vir a ser alterado e o próprio projeto corra o risco de ser sustado em outra comissão do Legislativo, confiamos que, tanto na Câmara quanto no Senado, e depois no Executivo, serão mantidas essas importantes alterações.
Louve-se a preocupação do Legislativo, num ano em que foi tão criticado, de tomar medidas pensando na redução dos acidentes e dessas 34 mil mortes anuais, um custo social e econômico inaceitável no atual esforço de desenvolvimento e melhoria das condições do Brasil.
Paralelamente à atualização do CTB, é preciso criar condições para aumentar a aprimorar a fiscalização, tanto dos condutores quanto dos veículos, que muitas vezes trafegam em condições de total insegurança.
O grande número de veículos velhos em circulação é um fator que contribui para o aumento da insegurança, razão pela qual temos defendido um financiamento facilitado para a renovação da frota de caminhões antigos, envolvidos nos acidentes mais graves.
Como o código está sendo modificado após a consolidação do programa de concessão de rodovias e de sua supervisão pela ANTT e por agências estaduais, existe a oportunidade de atribuir parte dessa fiscalização às próprias agências, incluindo-as no Sistema Nacional de Trânsito. As agências contariam com agentes da autoridade de trânsito, similarmente ao que ocorre no DNIT e nos DERs, aliviando, nas rodovias concedidas, o trabalho das polícias.
Vale lembrar que a ação policial, quando necessária, deve continuar com os órgãos de repressão ao crime, sendo esses agentes da autoridade de trânsito -servidores civis- responsáveis tão só pela fiscalização dos veículos e dos condutores e por lavrar multas, especialmente as que podem ser constatadas por aparelho eletrônico ou equipamento audiovisual, como previsto no CTB.
A formação dos integrantes da Polícia Rodoviária Federal e das polícias militares estaduais exige uma ampla especialização, que envolve o manuseio de armas, entre outras capacitações, uma vez que são responsáveis pela segurança pública e fundamentais na repressão de ilícitos criminais.
Essas qualificações são desnecessárias para os agentes encarregados de fiscalizar o trânsito, onde o fundamental é conhecer o código e suas exigências e normas.
Assim, a criação de um corpo de agentes da autoridade de trânsito nas agências reguladoras de transportes terrestres, especializado em fiscalização, tem a vantagem de reduzir o custo de preparação e, ao mesmo tempo, permitir a incorporação de pessoas não necessariamente vocacionadas para questões de segurança pública.
A hora é oportuna para incluir essa nova possibilidade na reformulação e modernização do CTB. E, principalmente, para que se tenha uma fiscalização cada vez mais eficiente dos veículos e de seus condutores, para que possamos reduzir a atual média de 1 morte para cada 260 veículos a um nível próximo ao dos países civilizados, que apresentam estatísticas de 1 morte para cada 2.000 ou mais veículos.
MOACYR SERVILHA DUARTE é presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Pausa para o carnaval












Vamos descansar...até quinta. Nova postagem pessoal somente na quinta, posso publicar alguma matéria se for importante. Minha sobrinha ontem (hoje pela madrugada) desfilou na Mancha Verde e arrebentou. Acima algumas fotos do desfile da escola.
Bom carnaval a todos, divirtam-se e usem camisinha.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Programa de Inclusão


Após alguns dias de espera, finalmente o gerente Branco (foto acima) me chamou e passou algumas diretrizes. Ele pediu que fosse elaborado um programa de inclusão das pessoas com deficiência nas atividades do CETET. O Milton Roberto foi designado para assessorar o programa comigo. Ele é muito competente e tem uma visão futurista, o que facilita o estudo da inclusão.
Pessoalmente algumas coisas ainda precisam acontecer para que eu possa efetivamente acreditar nessa iniciativa.

Susana no centro, e o Milton a minha esquerda

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Retorno em 2009


Em 30 de setembro de 2009 voltei à CET. Nas fotos acima é o primeiro dia do retorno. Na primeira foto é a Rose, minha amiga de coração; e na foto abaixo é a Eliane, uma graça de amiga.
Voltei para o colo da Susana, mas o EVT Caio Graco estava desgastado. Não conhecia o gerente, que iria conversar comigo, me passar as diretrizes.
Meu retorno foi complicado. Minha saúde era precária e possivelmente não ficaria muito tempo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Momentos de reflexão

Esse período em que fiquei afastado me fez pensar a CET/CETET sobre outro aspecto. Voltar a trabalhar deixou de ser uma prioridade para mim, passei a pensar em uma vida distante da CET; por outro lado, apenas voltar significaria uma vitória pessoal sobre o pesadelo em que estava passando.

Durante esse tempo analisei detalhadamente toda a minha vida profissional na CET e conclui que na gestão Erundina foi meu melhor momento. A gestão da Marta me decepcionou, naõ exatamente ela, mas as pessoas que vieram gerir a CET.

As pessoas envelheceram, formaram feudos, se tornaram mais rancorosas, Gilberto Kassab foi reeleito prefeito, o que me desanimou um pouco mais... o que foi mais gostoso nesse período todo foi passear de carro com minha cachorra Keire.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Carro obstruindo a passagem de pedestre - DENTRO DO CETET!!!

Vamos fazer uma breve parada no tempo em sua sequência cronológica, assim podemos mencionar o absurdo da desfaçatez de um funcionário ligado à área de fiscalização da CET:
Hoje fui ao CETET para ministrar o primeiro curso do Programa de Inclusão para os educadores de trânsito. Chegando ao local fui surprendido com um carro simplesmente estacionado na passagem de pedestre, na entrada do EVT Caio Graco. Quero reafirmar que o CETET é o espaço da CET voltado para educação de trânsito e que recebe visitantes e alunos diariamente. Devemos ser o espelho do bom comportamento, afinal, além de educar, fiscalizamos os veículos da cidade. Agora se não houver ética interna, a nossa legitimidade para exercer o poder de polícia junto população fica abalada. Pois bem, o referido veículo pertence a um funcionário da Gerência de Trânsito - 2 que também está instalada no espaço do CETET. Tive dificuldades para entrar no Caio Graco, porque ali além de ser a entrada das pessoas para o setor, é uma passagem acessível para pessoas com deficiência.
O funcionário em questão quando foi retirar o veículo ainda indagou minha esposa que estava no carro se não havia espaço para passagem. Ora, além de egoísta e cínico, o funcionário infrator deveria ser advertido pela empresa porque se ele estiver na rua fiscalizando e observar um carro nessas condições ele vai autuar ou pelo menos penso que sim. O que vale para as pessoas na rua, vale para nós também.
Para que não conhece o nosso espaço, informo que onde aquele carro estava estacionado é a entrada das crianças que participam das nossas atividades.
Espero que o gerente do CETET, sr. Branco, tome uma providência, é o mínimo.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Licença médica em 2008

Em setembro de 2008 fui afastado de minhas atividades por um período que não seria inferior a um ano. Honestamente pensei que o ideal era antecipar minha aposentadoria, assim poderia me dedicar exclusivamente não apenas ao meu tratamento médico, mas para outros objetivos que quero alcançar, como ajudar a cidade de Praia Grande a se tornar uma cidade acessível.

Porém, o futuro se encarregaria de decidir...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Matéria publicada no jornal FOLHA DE SÃO PAULOFrota de veículos cresce mais onde há menos dinheiro

São Paulo, domingo, 07 de fevereiro de 2010 - Folha de São Paulo - Caderno Cotidiano
Frota de veículos cresce mais onde há menos dinheiro
Em Teresina, capital com pior renda per capita do país, frota está 10,6% maior; Porto Velho é a grande líder de compras.
Explosão na quantidade de veículos é preocupante, dizem especialistas, que alertam para a necessidade de planejamento público
SAMANTHA LIMADA SUCURSAL DO RIO
A crescente facilidade para financiar carros e, mais recentemente, os incentivos do governo falaram mais alto à população das capitais mais pobres do país, que lideraram o crescimento na frota de automóveis em 2009, durante a crise. A tomada das ruas nessas cidades preocupa especialistas, por faltar planejamento público e pelo fato de algumas já conviverem com congestionamentos.
Levantamento feito pela Folha mostra que em 10 das 15 capitais onde a frota cresceu acima da média entre 2008 e 2009 a renda per capita é inferior a R$ 14,5 mil reais, valor médio do Brasil. Os dados de expansão da frota são do Departamento Nacional de Trânsito e de renda per capita, do IBGE.
Durante o período, o governo manteve reduzido o IPI para carros novos. Benefício que será cortado no dia 31 de março.As 15 capitais com aumento de frota superior à média estão fora do eixo Sul-Sudeste. Onze são do Norte ou Nordeste -que, com exceção de Manaus, são as que têm a pior renda.
Teresina, dona da pior renda per capita do país, R$ 8,3 mil, tem 10,6% mais carros do que tinha ao fim de 2008, ou 118,6 mil automóveis -um carro para cada seis pessoas.
A campeã em crescimento de frota na crise foi Porto Velho, com expansão de 15,7%. Hoje são 59,7 mil carros nas ruas da cidade, um para cada seis habitantes. A capital rondoniense tem a 10ª pior renda do país, R$ 11,7 mil. No Brasil, a frota cresceu 7,7% e chegou a 34,5 milhões de carros, dois para cada onze habitantes.
Dona da terceira maior renda per capita do país -R$ 29,4 mil- São Paulo absorveu 5,2% mais carros em 2009, segundo o Denatran. São mais 223 mil carros -ou duas frotas de Vitória- disputando espaço.
Segunda em renda, com R$ 41 mil por pessoa, Brasília tem 7,9% mais carros circulando do que há um ano, passando de 798 mil para 861 mil veículos.
O fenômeno de crescimento da frota em capitais pobres começou faz cinco anos. Desde então, a tendência é ainda mais forte. No crescimento de renda acumulado desde 2004, treze cidades cresciam mais do que a média nacional. Nove tinham renda abaixo da média.
Trânsito como rotina
A facilidade crescente de financiamento nos últimos anos, e a ascensão da classe C ao consumo -definição, segundo o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas para famílias com renda entre R$ 1.064 e R$ 4.591- favorecem a chegada dos carros.
"Esse interior também foi beneficiado pela renda que vem da agroindústria nos últimos anos", complementa Marco Aurélio Cabral, professor de história econômica do Brasil do Ibmec-Rio. "O problema é que, com raras exceções, essas cidades não estão preparadas para ter mais carros em suas ruas".De fato, os congestionamentos cada vez mais fazem parte da rotina dessas cidades, diz o professor da Fundação Dom Cabral Paulo Resende, especializado em transporte público. "Em Porto Velho, vivi instantes que lembrava São Paulo."
Cabral defende uma maior flexibilização dos orçamentos públicos no caso de projetos para planejamento urbano. "Ainda há tempo de planejar e fazer obras integradas", diz.Para Resende, porém, há um problema mais grave a ser contornado. "Os gestores públicos da maioria dessas cidades não estão preparados para pensar na questão."
Caos no trânsito faz paulistano ficar bem mais em casa
Em seus carros, nas ruas travadas da capital, motoristas se informam, ouvem música, estudam e também trabalham
Para pesquisador, o que mais chama a atenção é o inconformismo; muitas pessoas já incorporaram a rotina caótica do trânsito
DA SUCURSAL DO RIO

Três em cada cinco paulistanos têm ficado mais tempo em casa para evitar congestionamentos. Proporção igual já incorporou o trânsito lento como rotina de seu dia. Metade dos motoristas nada faz para reduzir o tráfego; só um em cada cinco dá carona e um em dez usa transporte coletivo.
As estatísticas são de um levantamento do Núcleo de Estudo em Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral. O estudo ouviu 300 motoristas no ano passado.
Enquanto o trânsito não anda, 30% dos paulistanos ouvem notícia, 27% ouvem música, 16% estudam e 11% trabalham. Um em cada dez apenas observa o trânsito, indica a pesquisa."Um dos entrevistados disse que fez o ensino médio no carro: ouvia as aulas do telecurso no rádio e depois fazia as provas", diz Paulo Resende, um dos autores da pesquisa.
Mais do que curiosidades, o levantamento revelou, para o pesquisador, um inquietante conformismo com o trânsito."Ouvi pessoas que se diziam satisfeitas ao constatarem que tinham no carro um tempo livre para fazerem outras coisas, enquanto estavam retidas. Elas não percebem que esse tempo, por mais bem aproveitado".
Sem falar no isolamento social. As pessoas também evitam sair, ficando mais tempo em casa, deixando, voluntariamente, de ter convívio com outras pessoas. "O trânsito não é só perda financeira e estresse. Ele também deteriora o tecido social.
"Outro ponto preocupante do conformismo, segundo o pesquisador, é o fato de a população se indignar cada vez menos com o caos no trânsito, tomando-o como parte da rotina e, com isso, arrefecer nas cobranças ao setor público por políticas que melhorem o trânsito.
A pesquisa foi repetida no Rio, em Belo Horizonte e Porto Alegre. Das quatro cidades, São Paulo registra o maior grau de conformismo: 61%. O Rio não fica muito atrás: 58%.Em Belo Horizonte estão os menos conformados: 47%, ante 42% em Porto Alegre e 35% na capital de São Paulo.(SAMANTHA LIMA)
Gasto com ônibus aumenta com as ruas paradas
DA SUCURSAL DO RIO

Não bastasse os conhecidos aborrecimentos causados pelos congestionamentos, o usuário dos ônibus, que menos contribui para o estado de lentidão, tem um transtorno a mais: trânsito pesado torna a passagem mais cara, mostra pesquisa da Fundação Dom Cabral.
Em São Paulo, 6,09% da tarifa de R$ 2,70, ou R$ 0,16, sai do bolso dos passageiros de ônibus como encargo pelas ruas paradas. Em duas viagens por 22 dias úteis, são R$ 7,04 .No Rio, o percentual é de 8,04% sobre a tarifa de R$ 2,35, ou R$ 0,19 por viagem e R$ 8,36 por mês para cada usuário.O levantamento levou em consideração as planilhas de custos apresentadas pelas empresas de ônibus.
No trânsito pesado, o consumo de combustível aumenta. Além disso, o congestionamento reduz o número de viagens que o ônibus faz por dia.
Para as empresas de transporte, não há perdas. "Elas repassam tudo ao usuário", diz Paulo Resende, professor da Fundação Dom Cabral.
O problema seria amenizado se houvesse maior preocupação, segundo o especialista, no planejamento de corredores exclusivos para os coletivos.(SAMANTHA LIMA)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Atividades educativas para crianças com deficiência


Vejam que pequenos desníveis na calçada ou em qualquer lugar pode se tornar um obstáculo enorme para quem tem deficiência, principalmente a física. A situação apresentada acima acontece no Chico Landi, uma mínima reparação já minimizaria a dificuldade. O que compensa a situação é o atendimento das educadoras, que com carinho e dedicação faz com que a criança não sinta totalmente o desconforto.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Curso de Educação de Trânsito - DENATRAN


Em 2007 o DENATRAN ofereceu em São Paulo o curso de Educação de Trânsito direcionado aos educadores do Estado. O curso aconteceu no DETRAN-SP e nós da CET fomos bem recebidos pelo Major Sérgio e o Tenente Miguel. Eu já os conhecia, pelo fato de estar sempre no DETRAN resolvendo questões relacionadas a suspensão de meus clientes. Evidentemente a imagem do DETRAN não é um primor na sociedade, no entanto, conheço os trabalhos do setor de educação de lá e posso atestar que é feito com muita competência e dedicação. Alô governador Serra, que tal reativar a escola mirim do DETRAN? A área de educação do DETRAN é o polo central do resgate da imagem do DETRAN como um todo.
Aliás, espero que um dia os gerentes, superintendentes, diretores e presidentes tenham uma visão mais profunda e menos tubular e vejam na educação uma forma de transformação de valores dos condutores e pedestres. Trânsito é exercício de cidadania e isso somente descobrimos quando estamos em processo de reflexão e quem leva o cidadão e a cidadã a refletir é a EDUCAÇÃO.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Dia especial


Esse grupo que está na foto participaram da atividade educacional no EVT Caio Graco. Os meninos aí era o time de juniores do Palmeiras em 2007. Para mim que participei do evento foi uma situação especial... nesse dia, meu filho Rafael embarcou para os EUA com a minha netinha...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Esclarecendo a postagem de ontem - amigos e amigos

A postagem de ontem causou desconfortos em alguns de meus amigos que me enviaram emails perguntando-me se faziam parte dos amigos que me decepcinonaram. O conteúdo de ontem tinha direcionamento para algumas pessoas, que de uma forma ou outra se deixaram levar por valores desprezíveis da natureza humana.
Não fiz nenhum julgamento de quem quer que seja, apenas emiti uma opinião pessoal, talvez para outra pessoa não seja desprezível o valor que considero assim. Paciência. Atualmente não me preocupo mais com a opinião alheia, respeito o pensamento de cada um, mas não compartilho mais com fatores que para mim são vagos. É um meio de vida que adotei para mim.
Meu trabalho na CET está perto de acabar, vou fazer outras coisas em minha vida.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Amigos e amigos...

O EVT Caio Graco revela uma situação no mínimo curiosa na relação dos empregados: quando você acha que uma determinada pessoa é sua amiga, misteriosamente essa mesma pessoa revela-se ser outra e age exatamente como outra qualquer.

Não vou citar nomes, evidente que a Susana não faz parte desse grupo, mas a maioria das pessoas são orientadas por valores tão desprezíveis, como fútil são suas ações.

Quando estamos bem todos são seus amigos, basta alguma coisa mudar para que aquela pessoa que sempre julgamos amiga, se afastar.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Educadoras do Chico Landi

As educadoras que trabalham no Chico Landi sempre tiveram uma maneira mais adequada e profissional no atendimento aos alunos com deficiência, do que o CETET. Isso acontece porque elas são menos resistentes quando se deparam com pessoas diferentes. Evidente que qualquer educador ou professor quer sempre um corpo discente padronizado, assim basta ligar o piloto automático e a atividade acontece sem surpresas.


No entanto, quando nos deparamos com pessoas que têm dificuldades para ouvir, ver, andar ou entender a mensagem que queremos passar, aí se aloja o desafio de educar. Saber explorar sentidos remanescentes da pessoa, saber lidar com os sentidos da pesso humana é o desafio que se coloca para quem quer trabalhar com educação em qualquer sentido.


As educadoras do Chico Landi estão no caminho certo, procurando meios de comunicação que não seja exclusiva da fala, explorando outros sentidos, e o mais importante, não estão com medo de errar.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Visita ilustre no Chico Landi

Inspeção do secretário Renato Baena


Milton, Sério Andrade (gerente na ocasião) e o Renato


Minha amiga Cláudia Marina





Articulei através da ONG que participo uma visita do então Secretário Municipal da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Renato Baena. O objetivo da visita era fazer com que a secretaria municipal assumisse a reforma do prédio do Chico Landi.

O secretário caminhou por todo CL, mas depois não assumiu a reforma pretendida. Minha intenção era montar um centro de excelência em acessibilidade universal, assim Chico Landi poderia ser utilizado como modelo padrão para o País inteiro. De qualquer forma a visita foi positiva e por alguns dias houve uma preocupação com o prédio e as pessoas que trabalham ali.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A identificação do EVT Chico Landi

minha esposa sentada; Martinita de blusa preta e a Ana Kind
A identificação do EVT Chico Landi com o bairro do Tatuapé e com a Zona Leste da cidade é patente. Diferente do CETET que fica localizado num lugar ermo da Barra Funda, o que dificulta seu relacionamento com a cidade, o Chico Landi é querido e cuidado pelas pessoas do bairro. Estando ao lado do Metro Carrão, perto do Corpo de Bombeiros, tem um condomínio enorme como seu vizinho e os comerciantes locais, tudo isso somado à simpatia das educadoras torna o local um ponto de referência do poder público.
Esta identificação que parece localizada, acaba gerando uma imagem positiva da CET para toda a cidade. Isso porque a CET é infelizmente conhecida como "indústria de multa", o que não corresponde a verdade. Na época em que ministrava aulas, dizia aos meus alunos que diferente do IPVA que é uma obrigatoriedade de pagamento por parte dos condutores, a multa só paga quem a comete... A educação exerce esse importante papel de solidificar e transformar a imagem da CET para a população de São Paulo.
Logo que cheguei ao Chico Landi percebi essa interação do EVT com as pessoas.


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

EVT Chico Landi

Minha amiga Rosmeire...


o bom amigo Milton...

Em março de 2008 fui trabalhar no EVT-Chico Landi, localizado na Zona Leste de São Paulo, mas precisamente no Tatuapé. Sempre fui muito apaixonado e simpático com as educadoras de lá. Elas ficam ligeiramente esquecidas naquele espaço. Confesso que também tive essa sensação.

Uma nova etapa iria se pronunciar na minha relação com a CET. Fui muito bem recebido pelas meninas do Chico, melhor até quando fui trabalhar no Caio Graco. A partir de hoje vou escrever sobre essa nova fase no trabalho com um grupo diferente.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Momentos CET

Durante o almoço, meu amigo Messias às vezes lubrifica meus sapatos...
Minha amiga Josefina

Messias e as antigas estagiárias...



sábado, 23 de janeiro de 2010

Diretoria de representação - resultado final

Evidente que nossa chapa não foi a vencedora. Pessoalmente não acreditava em vitória, considerando que na CET as organizações de representações dos empregados (sindicato, CRE e DR) são fechadas e atuam em conjunto, em sendo assim, nunca há renovação. São sempre os mesmos, um sai de um lado e entra no outro. Os empregados por seu turno, têm uma visão tubular e não conseguem renovar, são covardes. Não falo isso pensando que eles deveriam votar em mim, havia outras chapas renovadoras, no entanto, pelo mesmo motivo não obtiveram êxito.
De qualquer forma, ter participado daquela campanha foi bom para mim, aprendi muito sobre o funcionamento da empresa.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Diretoria de representação -4


alguns momentos com o pessoal da CET

A campanha para DR era massacrante. Era impossível visitar algumas áreas da empresa, ou quando visitava fazia campanha do lado de fora da CET, enfim, tive muitas dificuldades. No entanto, nosso começo foi bom e para desarticular minha campanha algumas pessoas espalhavam pela empresa frases preconceituosas, dizendo como alguém em cadeira de rodas pode representá-lo na diretoria plena? Publiquei um manifesto no site da Associação dos empregados da CET, que reproduzo abaixo:

SP. 09/05/07

O sonho da igualdade

Quando aceitei ser candidato a Diretor de Representação na CET, fui imbuído de um grande desafio: mudar a forma da empresa se relacionar com seus empregados. A atual forma é materialista, desprezando valores de responsabilidade social, tratando o empregado como se ele fosse apenas mais um no corpo coletivo da empresa.
Procurei então, ficar próximo de pessoas que realmente tivessem o mesmo sonho, o sonho da liberdade, o sonho da igualdade e o sonho da busca da felicidade.
Mas, peregrinar pelos cantos da CET não é uma tarefa confortável. Em muitos prédios que tentei entrar havia obstáculos que impediam a minha entrada, considerando que não posso transpor pequenos degraus. Como se isso não bastasse, algumas pessoas afirmavam preconceituosamente “como alguém em cadeira de rodas pode representar os empregados sem estar em todos os lugares da empresa?” Pois agora, publicamente e na presença de todos, responderei:
Posso ser sim, representante dos empregados na diretoria plena, porque os valores que devem ser agregados ao diretor, como ética, responsabilidade e honestidade eu os tenho. E mais, o diretor de representação deve fazer chegar aos empregados informações que sejam do interesse de todos, para isso temos diversos mecanismos de divulgação, que hoje como sabemos são guardados numa caixa preta.
Quero representar os empregados na diretoria plena, porque sei exatamente o que é sentir-se excluído diante de qualquer situação. Meu desejo é o sonho de todos, ter na empresa igualdade de tratamento, igualdade de participação, igualdade de oportunidade e igualdade de direito. Para isso no entanto, é necessário que os empregados façam uma reflexão, reflitam sobre as mudanças que queremos, reflitam sobre o nosso futuro, reflitam sobre nossas famílias e votem conforme sua consciência. Quanto a mim, habituado a trabalhar na diversidade, submeto meus pensamentos a reflexão coletiva e garanto publicamente que posso representá-los, porque quero mudanças, desde que isso seja um desejo da maioria.
Martin Luther King tinha um sonho e em seu discurso histórico pronunciou a seguinte frase:
“Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, pela condição econômica ou física, mas pelo conteúdo de seu caráter”.
Obrigado
Ari Vieira – CET PARATODOS - 444

Algumas pessoas me aconselharam a renunciar, pensei e refleti, decidi levar até o fim aquela situação

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Breve história do tempo

Sempre que há este título nas postagens, significa que vou interromper a sequência cronológica dos fatos, para comentar um fato atual. Pois bem:

Hoje no CETET tivemos uma reunião com a nossa superintendente, NANCY REIS SCHNEIDER, onde apresentei toda proposta do programa de inclusão das pessoas com deficiência nas atividades educacionais do Centro. Ela se mostrou bastante favorável ao programa e no fim disse que todo o projeto estava aprovado.

Quem quiser conhecer o programa acesse o link

http://www.slideshare.net/arivieira/programa-de-educao-para-o-trnsito-para-pessoas-verso-oficial

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Diretoria de representação -3


Relaciono abaixo algumas propostas que apresentamos aos empregados:

PCCR – Valorizar o empregado e respeitar sua opinião será a nossa busca incessante. Deve haver um plano de carreira para todas as categorias da empresa;-
PAMO – Viabilizar a criação de uma Fundação para gerir nosso plano de assistência médica.
Criar uma fundação para o nosso plano de saúde seria minha bandeira principal, afinal, quando saímos da empresa por aposentadoria ou invalidez ficamos sem plano de saúde;
Redução dos descontos efetuados mensalmente a título de tratamento de saúde de 20% para 10% às pessoas que apresentarem patologia grave com tratamento longo e de alto custo;-
Saúde e segurança no trabalho – A redução dos acidentes de trabalho e a saúde do trabalhador estarão sempre na agenda da nossa gestão, a CIPA deverá ser fortalecida;
- Auxílio Creche para o pai, desde que a mãe não tenha o benefício;
- Acessibilidade aos empregados com deficiência - Pensamos em acessibilidade como conduta a ser desenvolvida por toda a empresa;
Calendário de compensações – Os empregados merecem trabalhar com planejamento;
- Assédio Moral – Estaremos atentos as denúncias e as medidas cabíveis serão adotadas;-
Jurídico – A empresa deve dar todo suporte jurídico para o empregado que no exercício da função sofrer qualquer constrangimento, agressão ou ofensa por parte da população;
- PPR – Os itens que são objetos de análise no PPR devem ser debatidos entre os órgãos de representação da empresa.
Havia outras propostas, mas essas eram as principais.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Diretoria de representação -2

Cida Moraes


Depois de meditar e consultar amigos e pessoas ligadas às áreas de representação decidi ser candidato ao cargo, porém, deixei claro para todos que não abriria mão de valores que para mim são inerentes aos meus ideais.

A chapa ganhou o nome de CET PARATODOS – Legitimidade na Representação. Idealizei um modelo de representação baseado num sistema para todos os empregados, e não nos modelos atuais, onde os representantes focalizam alguns empregados e com eles fazem a política clientelista, no entanto, percebi depois que nem mesmo os empregados estão preparados para uma mudança profunda de reflexão.

Para ser minha Conselheira Administrativa, convidei Cida Moraes, assistente social da CET, pessoa do bem. Além de ser minha amiga, fazer um programa de propostas com ela me deixou mais entusiasmado. Fomos construindo nossa chapa e ela sabia qual seria meu objetivo principal, que era expor na campanha as dificuldades que teria para circular nas áreas da CET.

Ser candidato a DR como ela é conhecida, é um período onde se adquiri enormes conhecimentos internos da empresa. Isso porque no decorrer da campanha os candidatos estudam as normas que são veiculadas, somos chamados para opinar sobre todos os assuntos, enfim, é um momento especial na vida da pessoa e, embora tenha perdido a eleição, conforme vou comentar depois, não me arrependo de ter sido candidato, assimilei muito conhecimento.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Eleição para Diretoria de Representação – 1

Ainda no ano de 2006 algumas pessoas dos setores de representação me procuraram e propuseram a minha candidatura a diretor no ano seguinte. Ouvi atentamente o que me era proposto, mas confesso que não me empolguei. Uma candidatura assim é difícil de emplacar, de qualquer forma fiquei de pensar e decidi consultar algumas pessoas.

Conforme fui conversando com amigos e pessoas ligadas às representações da empresa, fui construindo uma base de ideias e assuntos correlatos ao cargo em disputa.

Parte do sindicato ficou de me apoiar, embora não fossem pessoas de minha confiança, acreditava que somente com apoios poderia ter melhores oportunidades nas urnas.

Agora, uma fato me incentivava a aceitar a missão: minha candidatura iria expor a falta de acessibilidade e sensibilidade por parte da CET em relação aos empregados com deficiência.

Como o programa de inclusão fora um fracasso, decidi aceitar o desafio e coloquei meu nome a disposição dos empregados para o ano seguinte.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Formação do meu filho Rafael

Meu filho com esposa e filhos



Meu filho Rafael formou-se na escola de Infantaria do Exército dos Estados Unidos da América, onde ele reside. Tenho muito orgulho dele, porque chegou onde sempre quis chegar. Parabéns filho.