Meu nome é Ari Vieira, sou especializado em educação para pessoas com deficiência pela PUCSP. Quero ajudar os docentes a debater o tema inclusão das pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida nas escolas. O blog será também uma importante ferramenta de consulta para quem for implantar a temática da inclusão na mobilidade urbana.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Folha de São Paulo
Shoppings descumprem lei de acessibilidade em SP
Prefeitura achou problemas no Anália Franco, Center Norte/Lar Center, Eldorado e Iguatemi
As irregularidades estão em escadas, elevadores e banheiros, além da falta de vagas em estacionamentos; blitze começaram em 2009
MÁRCIO PINHODA
REPORTAGEM LOCAL
Shoppings de São Paulo não oferecem acessibilidade adequada a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e descumprem vários itens da legislação. As irregularidades são várias em escadas, elevadores, banheiros etc, segundo vêm mostrando blitze da prefeitura desde o ano passado.
Há problemas nos shoppings Anália Franco, Center Norte/ Lar Center e Eldorado. Ontem,foi a vez do Iguatemi, shopping de luxo na zona oeste, onde a vistoria encontrou falta de orientação para deficientes visuais em rampas, escadas e elevadores, corrimões na altura errada e barras instaladas incorretamente no banheiro -tudo em desacordo à norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e à lei municipal sobre o tema.
A fiscalização já rendeu multa ao Anália Franco (a multa mensal por descumprimento gira em torno de R$ 3.500 por mês). Outros estabelecimentos podem ser penalizados -todos os shoppings serão vistoriados.
O secretário responsável pela pasta da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, afirmou que poderá solicitar à prefeitura que fiquem sem o alvará de funcionamento os estabelecimentos que não se ajustarem. O objetivo da ação, afirma, é promover a cultura da acessibilidade.
A ação da prefeitura verifica também se os shoppings seguem o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre 22 deles e o Ministério Público. Pelo acordo, metade das vagas para deficientes na garagem deve ter algo que impeça outras pessoas de estacionar irregularmente -uma cancela, por exemplo. Até agora, só shoppings que não assinaram o TAC foram vistoriados.
O problema mais comum encontrado até agora foi a falta de vagas suficientes para esse público -apenas o Center Norte tinha espaços de sobra.
Ontem, a Folha viu carros sem identificação de que transportam um portador de deficiência ocupando vagas demarcadas nos shoppings Eldorado e Villa-Lobos. O item é obrigatório, diz a prefeitura, e é obtido no Detran.
No shopping Eldorado, a professora Maria Regina Cavalcanti afirmou que recebeu auxílio para deixar suas muletas e sentar em uma cadeira oferecida pelo estabelecimento. "São atenciosos", diz ela. Para Maria Regina, contudo, o banheiro voltado a pessoas com deficiência é apertado.
O Eldorado diz que passa por revitalização e que seu projeto contempla pessoas com deficiência. Center Norte e Anália Franco afirmam que têm obras para melhorar a acessibilidade.
O Iguatemi informou ter o Certificado de Acessibilidade da prefeitura e que, por isso, acredita estar adequado. Aguardará o relatório da vistoria para eventuais adequações.
O Villa-Lobos afirma que seus banheiros são 100% acessíveis e que tem melhorias previstas em projeto. Villa-Lobos e Eldorado dizem fiscalizar motoristas nas vagas demarcadas.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Utilizar veículos para atividades remuneradas e as pessoas com deficiência
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Norma permite modificações em todos os veículos para condução por pessoas com necessidades especiais
O processo para permitir o exercício de atividade remunerada por condutores com necessidades especiais teve início em 2007, quando o presidente do Conselho Nacional de Trânsito/Contran, atendendo decisão do Juízo da 10ª Vara Cível de São Paulo, em ação promovida pelo Ministério Público Federal, publicou a Deliberação 61 em 17 de dezembro, retirando a vedação desse tipo de atividade para condutores com veículos adaptados com a revogação da Resolução 80/98. A Deliberação foi referendada pela Resolução 267/2008.
Essa questão foi levantada pela Procuradoria da República do Estado de Pernambuco em 29 de junho de 2009, que solicitou esclarecimentos do Contran sobre os critérios em vigor para adaptação desses veículos. Segundo a Procuradoria, “embora o Contran tivesse retirado a vedação para que os deficientes físicos realizassem atividade profissional de condutor, permaneceu silente quanto às adaptações de veículos das categorias “C”, “D” e “E””.
Diante disso, o Denatran publicou a Portaria 659 em 17 de dezembro de 2009, alterando o anexo da Resolução 292/2008 para permitir a modificação em todos os veículos para serem conduzidos por portadores de necessidades especiais. Com a edição da norma, ficaram atendidas às determinações da Procuradoria da República do Estado de Pernambuco, bem como da Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal do Estado de São Paulo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Educação de trânsito e o paradigma da integração

Observando-se as formas como são colocadas as atividades educacionais de trânsito, é possível constatar que elas não são adequadas para pessoas com deficiência. O educador orienta os alunos que ao atravessarem a rua, eles devem olhar para ambos os lados; orienta a fazer a travessia sempre quando o semáforo estiver aberto para os pedestres e ainda assim deve-se olhar para os lados e outras orientações são passadas.
Notamos que essas orientações sempre levam em conta que as pessoas tenham o sentido da visão preservados e que não tenham nenhuma dificuldade de locomoção. Ora, a sociedade é o espelho da diversidade humana e as cidades em seu bojo apresentam-se com suas especificações próprias. Portanto, esse modelo de educação embora seja confortável para o educador, não atende às necessidades de todas as pessoas, tenham ela deficiência ou não.
É confortável para o educador, porque basta ele acionar o “controle remoto” interno e as orientações vão sendo passadas mecanicamente, não precisam pensar. Entretanto, quando o educador está preparado para lidar com as diferenças ele fica o tempo todo atento a diversidade e suas orientações serão muitas mais ricas em conteúdo, e o processo de cidadania será ampliado.
Concluímos assim, que funcionava (e ainda funciona) um sistema de educação de trânsito onde as pessoas com deficiência ficam à margem do conhecimento, afinal, se ela recebe a mesma informação daquela pessoa que não tem deficiência, estamos deixando implícito que cabe àquela pessoa a ideia de que ela deve-se moldar ao padrão dominante, ainda que tornar acessível as cidades seja um direito de todos.
Sugiro que as entidades que trabalham com educação de trânsito façam uma revisão de suas atividades e que capacitem seus profissionais para o universo de todas as pessoas e que convidem ong’s ligadas ao segmento das pessoas com deficiência para discutam conjuntamente novas medidas.
Aqui vale o lema da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência:
“NADA SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA”
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Paradigma da integração
Estudar naquelas condições foi um esforço de minha parte e da professora que estava comigo. Para entender melhor, vamos analisar brevemente o paradigma da integração, tão defendida durante os últimos 50 anos, que ocorria e ainda ocorre de três formas, conforme ensinamentos do professor Romeu Sassaki:- Pela inserção pura e simples daquelas pessoas com deficiência que conseguiam ou conseguem, por méritos pessoais e profissionais, utilizar os espaços físicos e sociais, bem como seus programas e serviços, sem nenhuma modificação por parte da sociedade (escola comum, empresa comum, clube comum etc.)
- Pela inserção daquelas pessoas com deficiência que necessitavam ou necessitam alguma adaptação específica no espaço físico comum ou no procedimento da atividade comum a fim de poderem, só então, estudar, trabalhar, ter lazer, enfim, conviver com pessoas sem deficiência.
- Pela inserção de pessoas com deficiência em ambientes separados dentro dos sistemas gerais. Por exemplo: escola especial junto à comunidade; classe especial numa escola comum; setor separado dentro de uma empresa comum; horário exclusivo para pessoas deficientes num clube comum etc. Esta forma de integração, mesmo com todos os méritos, não deixa de ser segregativa.
- moldar-se aos requisitos dos serviços especiais separados (classe especial, escola especial etc.);
- acompanhar os procedimentos tradicionais (de trabalho, escolarização, convivência social etc.);
- contornar os obstáculos existentes no meio físico (espaço urbano, edifícios, transportes etc.);
- lidar com as atitudes discriminatórias da sociedade, resultantes de estereótipos, preconceitos e estigmas;
- desempenhar papéis sociais individuais (aluno, trabalhador, usuário, pai, mãe, consumidor etc.) com autonomia mas não necessariamente com independência.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Modelo de integração escolar -2
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Modelo de integração escolar -1
A foto acima data de 1967, na escola Parque Rodrigues Alves, localizada no bairro de mesmo nome, zona norte de SP. Quem está na foto é meu irmão Alberto (lado esquerdo), nessa época eu ainda andava, mas me cansava no mínimo esforço.Falar em inclusão da pessoa com deficiência em qualquer setor da sociedade, sem resgatar o processo histórico fica mais difícil de entender e aceitar. Vejam, tenho atualmente 50 anos de idade. Nasci em 1959 na Parada Inglesa, zona norte de São Paulo. Em 1966 fui para o primeiro ano do primário, como era denominado na ocasião. Fui à escola no auge do processo da integração escolar. A diretora da escola constatando a minha dificuldade para andar, julgou-me incapaz de seguir os estudos no ensino regular. Fui enviado para uma sala especial nessa mesma escola, sendo minha mãe orientada para isso. Nessa sala deparei-me com crianças muito maiores que eu, afinal, descobri depois que eles ou eram alunos repetentes ou tinham alguma deficiência qualquer e portanto, ficavam anos fazendo a mesma lição e as mesmas atividades. Ou seja, por esse modelo a pessoa que tinha alguma deficiência era obrigada a se moldar nos padrões estabelecidos pela sociedade. Você somente era aceito se conseguisse superar suas dificuldades sozinhos e a deficiência era uma doença e como tal precisava ser curada. Nessa sala fiquei dois anos da minha vida, mesmo sabendo que poderia produzir mais, até que finalmente uma professora enviada por Deus me resgatou daquela situação. Portanto, para aquela diretora eu tinha uma doença e não poderia me relacionar com outras crianças...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mudança de rumo
Considerando que atualmente estou elaborando o Programa de inclusão para a CETSP, vou transformar esse programa numa importante ferramente de consulta. Espero que aprovem e participem.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Exposição “O mistério o Tempo em Poesias”
Passarela da Estação da Luz
Endereço: Praça da Luz, s/no - Luz - São Paulo
Telefone: (11) 3326-0775
Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 10 às 18 horas
Horários das performances: Quarta a sexta, 11 e 13 horas. Sábados e domingos, 11, 12, 14 e 15 horas
Entrada franca
Abertura da exposição adaptada:
quinta-feira, 18
Até domingo, 28
Fonte: Diário Oficial do Estado de São Paulo
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Elaboração do programa de inclusão
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Praia acessível

O governador José Serra participou nesta segunda-feira, 15, na Praia Grande, Baixada Santista, do lançamento do Programa Praia Acessível. A iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência vai disponibilizar cadeiras de rodas anfíbias em cidades do litoral, garantindo o pleno acesso das pessoas com deficiência às praias paulistas. Também participaram do lançamento do Praia Acessível a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella, e o Coordenador de Acessibilidade da Secretaria, Marco Pellegrini."O Programa Praia Acessível visa facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao mar. A secretaria que cuida das pessoas com deficiência projetou uma cadeira especial para isso, que não afunda na areia, que flutua e que precisa, naturalmente, de uma acompanhante", disse José Serra. “O programa vai funcionar inicialmente na Ilha Bela, em Santos e na Praia Grande. E pouco a pouco, em todas as praias. No limite, vamos entregar mil cadeiras – cem até a semana que vem. Esse é um programa que começou em dezembro, quando tivemos a idéia. Ele é mais um aspecto da grande batalha que estamos fazendo em São Paulo para dar as pessoas com deficiência melhores condições de vida e cidadania”, completou o governador.Entre os dias 15 de fevereiro e 31 de março, a Secretaria disponibilizará cadeiras de rodas anfíbias nas cidades de Santos, Praia Grande e Ilha Bela. O serviço ficará disponível de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Em Santos, o posto de atendimento ficará no Canal 3; em Ilha Bela, na Praia do Perequê, próximo à Rua Armando da Silva Pinto, e em Praia Grande em frente à estátua do Netuno entre as Avenidas Vicente de Carvalho e Avenida Oceânica Amabile. Para utilizar as cadeiras de rodas, é necessário apresentar os documentos do usuário e acompanhante, além de preencher um Termo de Responsabilidade. O serviço fica disponível em função da boa condição do mar.Para atender a demanda, cada posto irá contar com uma equipe de três pessoas, as quais irão orientar e auxiliar a entrada e saída do mar com as cadeiras de roda anfíbias. O equipamento só pode ser utilizado com acompanhamento facilitador ou acompanhante, independentemente da condição física do usuário. Vagas para pessoas com deficiência física
Estacionar veículos em vagas destinadas às pessoas com deficiência física é infelizmente uma prática comum pelas pessoas sem deficiência. Além de ser um desrespeito e falta de cidadania, a utilização assim indiscriminada atrapalha e muito para as pessoas que têm dificuldade de locomoção. Meu amigo Milton me enviou a figura acima e decidi disponibilizá-la no blog.Programa de inclusão
Capacitação de pessoal – os educadores serão capacitados, participarão de seminários, curso de LIBRAS e outras formas de comunicação, sempre focando a facilitação de interação com as pessoas com deficiência;
Eliminação de barreiras arquitetônicas – melhorar a acessibilidade para todos;
Sensibilização dos educadores – parte importante do processo, considerando que a sensibilização dos educadores e dos empregados com a temática é mister para o sucesso do programa;
Estímulo à inclusão – motivar os educadores a refletirem sobre o tema;
Revisão das atividades do CETET – tornar as atividades do CETET inclusivas através do processo de construção do conhecimento; e
Estímulo para o estudo da diversidade humana – estimular constantemente os educadores a perceberem que a diversidade humana é o elo de harmonia entre as pessoas.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Programa de Educação para o Trânsito para Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Jornal Folha de São Paulo
CTB e as 34 mil mortes em acidentes
MOACYR SERVILHA DUARTE
Mudar essa estatística negativa começa, portanto, com o aumento da fiscalização sobre os condutores e seus veículos
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Programa de Inclusão
Susana no centro, e o Milton a minha esquerda
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Retorno em 2009
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Momentos de reflexão
Durante esse tempo analisei detalhadamente toda a minha vida profissional na CET e conclui que na gestão Erundina foi meu melhor momento. A gestão da Marta me decepcionou, naõ exatamente ela, mas as pessoas que vieram gerir a CET.
As pessoas envelheceram, formaram feudos, se tornaram mais rancorosas, Gilberto Kassab foi reeleito prefeito, o que me desanimou um pouco mais... o que foi mais gostoso nesse período todo foi passear de carro com minha cachorra Keire.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Carro obstruindo a passagem de pedestre - DENTRO DO CETET!!!
Vamos fazer uma breve parada no tempo em sua sequência cronológica, assim podemos mencionar o absurdo da desfaçatez de um funcionário ligado à área de fiscalização da CET:segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Licença médica em 2008
Porém, o futuro se encarregaria de decidir...
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Matéria publicada no jornal FOLHA DE SÃO PAULOFrota de veículos cresce mais onde há menos dinheiro
Em Teresina, capital com pior renda per capita do país, frota está 10,6% maior; Porto Velho é a grande líder de compras.
Três em cada cinco paulistanos têm ficado mais tempo em casa para evitar congestionamentos. Proporção igual já incorporou o trânsito lento como rotina de seu dia. Metade dos motoristas nada faz para reduzir o tráfego; só um em cada cinco dá carona e um em dez usa transporte coletivo.
Não bastasse os conhecidos aborrecimentos causados pelos congestionamentos, o usuário dos ônibus, que menos contribui para o estado de lentidão, tem um transtorno a mais: trânsito pesado torna a passagem mais cara, mostra pesquisa da Fundação Dom Cabral.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Atividades educativas para crianças com deficiência

Vejam que pequenos desníveis na calçada ou em qualquer lugar pode se tornar um obstáculo enorme para quem tem deficiência, principalmente a física. A situação apresentada acima acontece no Chico Landi, uma mínima reparação já minimizaria a dificuldade. O que compensa a situação é o atendimento das educadoras, que com carinho e dedicação faz com que a criança não sinta totalmente o desconforto.quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Curso de Educação de Trânsito - DENATRAN

Em 2007 o DENATRAN ofereceu em São Paulo o curso de Educação de Trânsito direcionado aos educadores do Estado. O curso aconteceu no DETRAN-SP e nós da CET fomos bem recebidos pelo Major Sérgio e o Tenente Miguel. Eu já os conhecia, pelo fato de estar sempre no DETRAN resolvendo questões relacionadas a suspensão de meus clientes. Evidentemente a imagem do DETRAN não é um primor na sociedade, no entanto, conheço os trabalhos do setor de educação de lá e posso atestar que é feito com muita competência e dedicação. Alô governador Serra, que tal reativar a escola mirim do DETRAN? A área de educação do DETRAN é o polo central do resgate da imagem do DETRAN como um todo.quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Dia especial
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Esclarecendo a postagem de ontem - amigos e amigos
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Amigos e amigos...
Não vou citar nomes, evidente que a Susana não faz parte desse grupo, mas a maioria das pessoas são orientadas por valores tão desprezíveis, como fútil são suas ações.
Quando estamos bem todos são seus amigos, basta alguma coisa mudar para que aquela pessoa que sempre julgamos amiga, se afastar.
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Educadoras do Chico Landi
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Visita ilustre no Chico Landi
O secretário caminhou por todo CL, mas depois não assumiu a reforma pretendida. Minha intenção era montar um centro de excelência em acessibilidade universal, assim Chico Landi poderia ser utilizado como modelo padrão para o País inteiro. De qualquer forma a visita foi positiva e por alguns dias houve uma preocupação com o prédio e as pessoas que trabalham ali.






