Ally e Ryan

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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

DTP e as eleições presidenciais de 1989

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A candidatura Lula surpreende e atrai diversos segmentos da sociedade

O DTP ferveu em 1989. O departamento era extremamente politizado e depois do expediente praticamente todos tinham atividades políticas, ligadas a um partido ou a algum dos candidatos a presidente.

A eleição de 89 coloca uma situação nova na política brasileira. Além de marcar a volta da tão esperada eleição direta para a Presidência da República, após três décadas de regime ditatorial, ela foi uma eleição solteira, isto é, ocorreu sozinha, ao contrário das eleições presidenciais seguintes que aconteceram conjuntamente às eleições legislativas e majoritárias estaduais.

Foi a primeira eleição com analfabetos em um país integrado por uma indústria cultural (235 emissoras, cinco redes nacionais, 25 milhões de aparelhos receptores, 94% de audiência potencial). 47% dos eleitores não tinham 30 anos, nunca haviam votado e tinham grande intimidade com a linguagem televisiva. (Eleições Presidenciais, 1989 - LIMA, 2001, p. 230)

Os principais candidatos foram:

Fernando Collor de Mello (PRN)

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Luis Inácio Lula da Silva (PT)

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Leonel Brizola (PDT

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Os candidatos Mário Covas (PSDB), Paulo Maluf (PDS), Guilherme Afif Domingos (PL), Ulisses Guimarães (PMDB) constituíram o quadro eleitoral e com relação aos microcandidatos eles não valem uma linha para comentar.

Nenhum dos candidatos apresentou um programa voltado para a urbanização das cidades, desenvolvimento urbano e investimentos em transportes públicos, mesmo assim tivemos várias reuniões na Câmara discutindo o assunto junto ao presidente da casa, Eduardo Suplicy.

2 comentários:

  1. Amigo, e hoje para trabalhar na adm da Cet ou do CETET.. Tem que ser concursado ? nao existem outros meios ?
    Ariana

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  2. Atualmente o ingresso em qualquer empresa pública somente por concurso
    Ari

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